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Anemia FerroprivaCevaSanidade

Como a suplementação de ferro influencia na ocorrência de anemia ferropriva em leitões?

A anemia ferropriva é caracterizada pela baixa contagem e/ou concentração de hemoglobina em decorrência dos baixos níveis de ferro (Perri et al., 2015). Estima-se que cerca de 14% dos suínos desmamados são anêmicos (Sperling et al., 2021), sendo descrito índices superiores a 20% em alguns rebanhos (Perri et al., 2015). Em cerca de 3-4 dias pós-nascimento, quando não há suplementação de ferro, os níveis de hemoglobina dos leitões decaem para 6-7 g/ dL. O valor de referência de hemoglobina é de no mínimo 8-9 g/ dL, sendo que alguns autores consideram  suínos com níveis de hemoglobina entre 9 até 11 g/ dL como portadores de anemia subclínica (Szudzik et al., 2018; Sperling et al., 2018).

Leitões anêmicos ao desmame podem ser até 820 gramas mais leves (Perri et al., 2018). Além disso, menores concentrações de hemoglobina e de contagem de hemácias ao desmame reduzem o desempenho produtivo dos animais durante a fase de creche (Bhattarai; Nielsen, 2015). A suplementação materna, seja por via oral ou parenteral, em diferentes fases da gestação, com o objetivo de aumentar transferência de ferro para os leitões de forma transplacentária se mostrou ineficiente (Svoboda; Drábek, 2005; Szudzik et al., 2018). E mesmo com o objetivo de aumentar a transferência via leite, essa suplementação não foi capaz de suprir a alta demanda diária de ferro que os leitões necessitam (7 mg diário vs 1 mg diário – fornecido via leite) (Moralés et al., 2018; Szudzik et al., 2018).

Em relação à suplementação oral de ferro em leitões, é observado que essa via de administração é menos eficiente na manutenção dos níveis hematológicos ótimos em comparação com a suplementação parenteral (Svoboda et al., 2018). A suplementação oral de ferro resultou em maiores porcentagens de leitões com menores níveis de hemoglobina, o que poderia indicar uma anemia subclínica (Streyl et al., 2015), além de ter aumentado a taxa de leitões anêmicos ao desmame (Sperling et al., 2021). Presume-se que a eficácia limitada da suplementação oral de ferro seja devido à imaturidade fisiológica da absorção de ferro pelo intestino de leitões lactentes (Moralés et al., 2018; Szudzik et al., 2018)

Em relação à aplicação parenteral, a suplementação de ferro na forma de gleptoferron resultou em níveis mais elevados de hemoglobina, hematócrito, volume corpuscular médio (VCM), ferro e ferritina sérica em comparação com o grupo ferro dextrano em leitões aos 31 dias de idade (Sperling et al., 2018). Somado a isso, não foi observado nenhum animal anêmico no grupo gleptoferron, enquanto no grupo dextrano, foi observado anemia em 17% dos animais nessa idade (Sperling et al., 2018). Os melhores resultados da suplementação férrica com o gleptoferron são devido a sua maior biodisponibilidade, a qual é 4,6 vezes maior do que a do ferro dextrano (Moralés et al., 2018). 

Com base nos dados discutidos, pode-se concluir que a melhor maneira de evitar quadros anêmicos ou sub-anemicos se dá através da aplicação parenteral de gleptoferron, maximizando dessa forma o desempenho produtivo dos leitões.

REFERÊNCIAS

Bhattarai, S., & Nielsen J.P. (2015). Association between haematological status at weaning and weight gain post-weaning in piglets. Livestock Science, 182, 64-68.

Morales, J., Manso, A., Martín-Jiménez, T., Hamadi, K., & Sperling, D. (2018). Comparison of the pharmacokinetics and efficacy of two different iron supplementation products in suckling piglets. J Swine Health Prod. 26(4), 200-207.

Perri, A.M., Friendship, R.M., Harding, J.S.C., & O’Sullivan, T. (2015). An investigation of iron deficiency and anemia in piglets and the effect of iron status at weaning on post-weaning performance. J Swine Health Prod. 24(1), 10–20.

Sperling, D., Freudenschuss, B., Shrestha, A., Hinney, B., Karembe, H., & Joachim, A. (2018). Comparative efficacy of two parenteral iron-containing preparations, iron gleptoferron and iron dextran, for the prevention of anaemia in suckling piglets. Veterinary record open, 5(1), e000317.

Streyl, K., Carlstron, J., Dantos, E., Mendoza, R., Islas, J.A., & Bhushan, C. (2015). Field Evaluation of the Effectiveness of an Oral Toltrazuril and Iron Combination (Baycox® Iron) in Maintaining Weaning Weight by Preventing Coccidiosis and Anaemia in Neonatal Piglets. Parasitol Res. 114, Suppl 1:S193-200.

Svoboda, M., & Pískova, K. (2018). Oral iron administration in suckling piglets—A review. Acta Vet. Brno. 87, 77–83.

Svoboda, M., Drabek, J., Krejci, J., Rehakova, Z., & Faldyna, M. (2004). Impairment of the peripheral lymphoid compartment in iron-deficient piglets. J Vet Med B Infect Dis Vet Public Health. 51(5), 231-237.

Szabo, P., & Bilkei, G. (2002). Iron deficiency in outdoor pig production. J Vet Med A Physiol Pathol Clin Med. 49 (7), 390–391

Szudzik, M., Starzyński, R. R., Jończy, A., Mazgaj, R., Lenartowicz, M., & Lipiński, P. (2018). Iron Supplementation in Suckling Piglets: An Ostensibly Easy Therapy of Neonatal Iron Deficiency Anemia. Pharmaceuticals (Basel, Switzerland), 11(4), 128.