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Como definir o momento ideal para vacinar leitões contra o PCV2?

Talvez você tenha alguma dificuldade em responder “como” e já prefira responder “quando”, uma vez que é comum as granjas seguirem protocolos que recomendam a vacinação em leitões com 3 – 4 semanas de vida. Mas você realmente sabe por quais motivos a vacina é aplicada com essa idade?

A resposta envolve diversos fatores e é importante considerá-los ao desenvolver um protocolo que vise a maximização da eficiência vacinal.

Em um cenário ideal, uma porca que apresente anticorpos contra o PCV2 transmitirá, via colostro, imunidade à leitegada. Dessa forma, o início da vida do leitão é marcado pelo alto nível de anticorpos maternos e pela baixa infecção viral. A imunidade adquirida pelo colostro reduz de forma gradativa ao longo das semanas e, consequentemente, a probabilidade de ocorrer infecção, aumenta no mesmo ritmo. O momento adequado para realizar a vacinação seria quando o nível de anticorpos maternos se encontrar em baixos níveis, deste modo, a imunidade estará sempre presente e o título materno não irá interferir na eficácia da vacina (Oliver-Ferrando et. al., 2016).

A dinâmica de infecção do rebanho é outro ponto a ser considerado. Geralmente, a viremia começa ao final da fase de creche ou no início da recria, podendo existir variações entre as granjas. A pressão de infecção no rebanho também dependerá do título de anticorpos das porcas, já que um colostro de baixa qualidade não fornece proteção suficiente aos leitões, aumentando sua susceptibilidade à infecções precoces com PCV2. Nesse sentido, a vacinação das porcas seria uma medida de controle interessante que, associada a vacinação dos leitões, diminui a pressão de infecção e impacta positivamente no desempenho zootécnico dos animais (Fraile et al., 2012).  A eficiência vacinal é maximizada quando se considera a dinâmica de infecção, os níveis de imunidade passiva e boas práticas de manejo. É preciso monitorar a infecção de forma constante para que, se necessário, a vacinação seja ajustada.

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